Um telefone é muito pouco

Escrito por Brasília Poética em . Postado em Posts Sem Comentários

“Cheguei a Brasília em 1974, vindo de Salvador, para fazer uma exposição. Na época, carregava sempre comigo um uma boa foto que violão. Foi nele que compus Um telefone é muito pouco.  

Estava namorando uma menina que morava “Nas casas” (zona de prostituição, localizada depois do Gama). A comunicação com ela era dificílima, pela distância que nos separava e pela telefonia, que naquelaépoca era precaríssima. A musica virou sucesso já nas primeiras audições e tornou-se conhecida nacionalmente, depois da gravação de Léo Jaime”

Renato Matos

Trackback do seu site.

Deixe um comentário


Leia também:

A passagem de Tom Jobim e Vinícius de Moraes pelo Catetinho

O texto de Antônio Carlos Jobim Setembro, sertão no estio. Frio seco. Altitude aproximada: 1.200 metros. Ar transparente, céu azul profundo, primavera e pássaros se namorando. Campos gerais, chapadões dos gerais. Cerrado e estirões de mata à beira dos rios.…

Alvorada de Espelhos

Alvorada de Espelhos Por Clemente Luz O imenso louva-a-deus traçado no papel, antes promessa da presença da cidade, já tem forma e base sólida no chão do planalto. No local mesmo onde a visão do profeta viu “que se formava…

Bernardo Sayão

Da morte emerges, Bernardo Sayão, e com que pureza! Assim te revemos, os que nunca te vimos, e não há em nós nenhuma surpresa. Assim te revemos, sertanejo tranqüilo, no retrato que te faz surgir num descampado, o olhar firme, …