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É QUANDO SE DÁ A TRAGÉDIA

Escrito por Brasília Poética em . Postado em Poemas para Brasília Sem Comentários

É quando se dá a tragédia,
                   Bernardo, meu Bandeirante.
 
É quando se dá a tragédia.
                   Lá do alto de uma das árvores,
daquelas, ai! gigantescas,
                   o galho de impacto imenso,
 
o galho mortal. Despenca,
                   te atinge a cabeça e as pernas.
 
É quando o maldito instante.
 
Por que? Por que – grito à vida –
                   a sorte má, desferida
nesse golpe revoltante?
 
Stella Leonardos, poetisa natural do Rio de Janeiro.
Reproduzido do livro "Saga do Planalto"

 

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É QUANDO SE DÁ A TRAGÉDIA

Escrito por Brasília Poética em . Postado em Poemas para Brasília Sem Comentários

É quando se dá a tragédia,
                   Bernardo, meu Bandeirante.
 
É quando se dá a tragédia.
                   Lá do alto de uma das árvores,
daquelas, ai! gigantescas,
                   o galho de impacto imenso,
 
o galho mortal. Despenca,
                   te atinge a cabeça e as pernas.
 
É quando o maldito instante.
 
Por que? Por que – grito à vida –
                   a sorte má, desferida
nesse golpe revoltante?
 
Stella Leonardos, poetisa natural do Rio de Janeiro.
Reproduzido do livro "Saga do Planalto"

 

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