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Brasília – Dezembro de 1959

Escrito por Brasília Poética em . Postado em O dia-a-dia da Construção Sem Comentários

 

 

BRASÍLIA – DEZEMBRO DE 1959

 

 

 

 

01
Curso Médico – O Presidente Juscelino Kubitschek aprova a exposição de motivos do Ministro da Educação sobre o funcionamento, no próximo ano, da sexta série do curso médico, em Brasília. Para esse fim, aquele titular sugeriu ao Chefe do Governo o aproveitamento das instalações hospitalares em construção em Brasília e a organização das quatro clínicas fundamentais ao ensino médico prático, às quais estava reservada a sexta série de treinamento, de acordo com a reforma do ensino médico, proposta por aquele Ministério e que vem sendo executada por algumas de nossas faculdades. As quatro clínicas fundamentais (médica, cirúrgica, pediátrica e obstétrica) seriam organizadas de acordo com os respectivos catedráticos da Faculdade Nacional de Medicina, que indicariam os professores que iriam dirigí-las e ministrar o ensino. Prosseguindo em sua exposição, diz o Ministro que em 1960 se pode iniciar o funcionamento da sexta série do curso médico em Brasília, com 30 a 50 doutorandos, que seria o núcleo da futura Faculdade de Medicina. Sugeriu, ainda, o titular da Educação, sejam recomendadas à Novacap as necessárias providências para efetivação do plano, incumbindo-se o Ministério da Educação da parte que lhe cabe, através da Universidade do Brasil.

Hotel Hilton – No Palácio do Catete, o presidente Juscelino Kubitschek recebe a visita do Senhor Sidney H. Willner, vice-presidente da Companhia Internacional de Hotéis Hilton, que lhe exibe planos e a maquete para a construção de um grande hotel em Brasília.

02
Usina de Cachoeira Dourada – O presidente Juscelino Kubitschek aprova o programa de trabalho relativo à aplicação da importância de trinta milhões de cruzeiros, na dotação reservada ao Departamento Nacional da Produção Mineral, do Ministério da Agricultura, destinada à linha de transmissão de Cachoeira Dourada, no Estado de Minas Gerais.

 

03
Rodovia Belo Horizonte-Brasília – O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem informa à imprensa a conclusão das obras do viaduto sobre a rodovia estadual MG-1, no quilômetro zero da Belo Horizonte-Brasília. Trata-se de uma obra de arte com quarenta metros de comprimento, executada em concreto armado.

 

05
Observatório Meteológico – O presidente Juscelino Kubitschek, atendendo a uma exposição de motivos do Ministro da Agricultura, autoriza o aproveitamento da importância de oito milhões de cruzeiros (parte da dotação reservada ao Serviço de Meteorologia). A referida importância, de acordo com a autorização, será destinada ao aparelhamento do observatório de Brasília, para importação do equipamento necessário, compreendendo aparelhos eletrônicos modernos. Esse equipamento virá consignado à Novacap, com a qual o Ministério da Agricultura assinou um convênio.

 

07
Departamento de Imprensa Nacional – O presidente Juscelino Kubitschek despacha favoravelmente a exposição de motivos do Ministro da Justiça e Negócios Interiores, submetendo à sua consideração processo em que o Departamento de Imprensa Nacional solicita autorização para aquisição do material necessário ao prosseguimento normal dos trabalhos daquele órgão, não só no que se refere a material para atender às necessidades da repartição até março de 1960, como também para prover a futura sede do D.I.N. em Brasília, de artigos de consumo e equipamentos.

 

09
Homenagem ao Presidente da República – No Rio de Janeiro, os jornalistas credenciados junto ao Palácio do Catete homenageiam o Presidente Juscelino Kubitschek oferecendo-lhe um almoço e uma placa de prata com incrustações em ouro, com a representação dos Palácios do Catete e da Alvorada e a inscrição “Pro Brasília fiant eximia”. No verso, a seguinte dedicatória:

“Ao Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, pela transferência da Capital para Brasília, a homenagem dos jornalistas credenciados junto à Presidência da República, em 09/12/59”.

Ao lado, achavam-se gravados os nomes dos jornalistas credenciados.

Agradecendo a homenagem, o Presidente da República discursa de improviso, assim se referindo à placa recebida:

“Ela é de um admirável simbolismo. Traz gravada o Palácio do Catete, que representa uma extraordinária página da história do Brasil. Palácio que condensa quase toda a nossa vida republicana, em cujas salas e sob cujos tetos se desenrolaram, neste meio século, os acontecimentos e os fatos mais importantes da vida brasileira, exatamente os fatos que haviam de modelar e consolidar no país uma consciência democrática.

Logo em seguida, vocês colocaram o Palácio da Alvorada, que representa, mais do que o presente, o futuro da Nação. Representa a marcha, a caminhada que estamos empreendendo para a integração nacional neste prosseguimento, que ainda se faz, do próprio descobrimento do Brasil, com o objetivo de integrar na vida, na atividade e na economia do país imensas áreas abandonadas, que ainda estão esperando a energia e o passo fecundador do brasileiro.

Agradeço, portanto, esta homenagem, que guardarei como um símbolo da vida nacional. Estamos numa fronteira da vida brasileira. Vamos iniciar uma nova marcha, mas a marcha que só poderá dar resultado se se apoiar nos exemplos do que decorreu até agora. Procuramos concentrar na energia do brasileiro o espírito pioneiro bandeirante, que frutificou a terra nesta terra, sobretudo no século XVIII, o espírito que estamos ressuscitando, para implantar no Planalto Central, e estender pelo Oeste ainda deserto, as energias e as forças realizadoras do nosso povo”.

 


Palácio da Alvorada: simbolismo
Foto: Arquivo Público do DF

 

10
Casa dos Municípios – O presidente Juscelino Kubitschek envia mensagem ao Congresso Nacional acompanhada de projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a abrir, pelo Ministério da Educação e Cultura, o crédito especial de Cr$ 25.000.000,00 destinado às despesas de planejamento e construção da “Casa dos Municípios”, em Brasília.

Núcleo Colonial Modelo – Divulga-se que, após vários entendimentos entre o Instituto Nacional de Imigração e Colonização e a Novacap, veio a ser celebrado convênio entre essas duas entidades para a instalação de um Núcleo Colonial Modelo em Brasília.

O INIC, com os seus recursos financeiros e a colaboração da Novacap, instalará na área de 20.930 hectares cedidos pela Novacap, um Núcleo Colonial onde pretende estabelecer 600 famílias de nacionais e estrangeiros visando colaborar substancialmente no abastecimento da nova Capital.

O Núcleo em apreço será localizado na região denominada Guariroba, a uma altitude média de 1.100 metros, distando, aproximadamente, 45 km do Plano Piloto, ou seja, do centro urbano de Brasília.

Os 600 lotes aludidos terão áreas de 25 a 30 hectares. Para maior segurança na orientação técnica do colono, autorizou o presidente do INIC ao seu diretor técnico que tome imediatas providências junto ao Departamento de Colonização para que se designe os técnicos que irão supervisionar os trabalhos de levantamento dos solos da área que compõem o Núcleo e cuja finalidade é determinar a capacidade de utilização econômica das terras e o preparo técnico racional do plano de exploração agro-pastoril.

Em face da planta da área destinada ao Núcleo e que a Novacap enviou ao INIC, e, tendo em vista a pressa de instalar-se uma nova unidade colonizadora, determinou ainda o presidente do INIC que se faça um projeto de urbanização da sede, o qual já está em fase de conclusão.

Nele se encontram, bem distribuídos, 1.250 lotes, sendo 1.000 de 800 m2 e 250 de 360 m2 (lotes proletários), além das áreas reservadas aos edifícios da administração, residências de funcionários, igreja, escolas primárias, ginásio, Escola de Iniciação Agrícola, Hospital, Centros Comercial e Industrial, Clube Recreativo, Praça de Esportes, jardins, etc.

Ainda em torno da sede será criado o cinturão verde constituído de pequenas granjas (10 hectares) visando ao fornecimento de leite, aves, ovos e verduras a funcionários e trabalhadores.

 

14
Rede Mineira de Viação – Divulga a Rede Ferroviária Federal que vinte mil toneladas de trilhos foram entregues à Rede Mineira de Viação, para reforma do percurso Garças de Minas-Goiandira.

Essa quantidade, atribuída à Novacap para proceder a ligação Pires do Rio-Brasília, de 270 km de extensão, não teve condições de aplicação imediata. Em face disso, os trilhos foram cedidos à Rede Ferroviária Federal, que os colocou à disposição da RMV.

Pelo trecho Garças de Minas-Goiandira passarão os trens de mudança para Brasília.

 

15
Mudanças de repartições e servidores – O Presidente Juscelino Kubitschek assina decreto (número 47.433, de 15 de dezembro de 1959) de estabelecimento de normas para a mudança de repartições federais e de servidores públicos civis e militares para Brasília.

 

18
Discurso presidencial – Na solenidade de conclusão de curso na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, o Presidente Juscelino Kubitschek, em seu discurso de improviso, referindo-se à evolução do progresso nacional, assim se manifesta sobre Brasília:

“…Brasília lá está, no Planalto Central, pronta, palpitando de impaciência para começar a arrancada da conquista dos territórios desertos… Estou certo de que, com esta marcha, que no Sul já toma proporções alentadoras, com a Sudene no Nordeste, que coordenará todas as atividades, e Brasília nascendo para o Centro e para o Oeste, esta Nação realmente agora encontra o caminho propício ao seu desenvolvimento e ao seu enriquecimento.”

 

19
Rodovia Belo Horizonte-Brasília – O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem divulga ter sido concluído o serviço de pavimentação, na extensão de 54 km, da rodovia Belo Horizonte-Brasília, em seu trecho inicial.

 

20
Fundação da Casa Popular – O presidente Juscelino Kubitschek inaugura, em Brasília, o novo conjunto residencial da Fundação da Casa Popular.

Construído em apenas 210 dias, esse novo grupo de moradias se constitui de 840 apartamentos de estilo moderno, em 28 blocos de três andares, com mais de 47.000 metros quadrados de área de construção – uma nota imponente e agradável na paisagem urbanística da metrópole. Trata-se das 2ª e 3ª etapas de obras da Fundação da Casa Popular em Brasília.

O presidente da República é saudado em nome da Fundação da Casa Popular pelo Sr. Ademar Vidal, presidente do Conselho Central da entidade. Acentua o orador que o presidente Juscelino Kubitschek, pelas diretrizes democráticas e pelo dinamismo realizador de seu Governo, traçou o novo figurino do Brasil e que, por isso mesmo, recebe hoje os aplausos de todos os brasileiros.

Em breves palavras pronunciadas na ocasião, diz o presidente da República de se contentamento por observar que a Fundação da Casa Popular está na determinação de fazer a nação andar, sublinhando que pedia a Deus que mantenha sempre vivo no País o espírito de Brasília.

 

23
Sistema Educacional – O presidente Juscelino Kubitschek assina na pasta da Viação e Obras Públicas decreto de alteração do quadro de distribuição de canais de VHF constante das normas e planos de distribuição de canais para o serviço de televisão no Brasil, na parte referente a Goiás. A Brasília são concedidos os canais 2, 4, 11 e 13.

O presidente da República outorga, outrossim, à Superintendência das Empresas Incorporadas ao Patrimônio da União concessão para estabelecer, a titulo precário, uma estação de radiotelevisão em Brasília, para operação com a Rádio Nacional.

 

30
Almoço ao Ministério – Após o almoço que oferece, no Palácio das Laranjeiras, aos Ministros de Estado e auxiliares imediatos, o presidente Juscelino Kubitschek faz-se fotografar com todos os convivas na entrada do Palácio.

Nessa ocasião, o presidente da República declara que se tratava da última fotografia tirada com o Ministério no Rio de Janeiro como capital da República, dizendo:

“A próxima, em dezembro de 1960, será batida em Brasília”.

 

31
Discurso presidencial – Em sua Mensagem de Ano Novo, através da Voz do Brasil, o presidente Juscelino Kubitschek afirma:

“O Brasil de Brasília, o Brasil de Três Marias, com o Rio São Francisco plenamente utilizável, o Brasil de Furnas, o Brasil dos Reservatórios de Araras e de Orós – há cem anos reclamado pelo Ceará – o Brasil da Usiminas e da Cosipa, o Brasil articulado por estradas de penetração, o Brasil da indústria automobilística, da indústria naval, o Brasil da Sudene, o Brasil já não é o Brasil de quatro anos atrás, graças aos esforços heróicos dos homens de boa vontade, dos que amam o trabalho e tanto me ajudaram.”

Após assinalar que não podem ser atribuídas ao Programa de Metas e à construção de Brasília as causas da inflação, declara:

“Os frutos de um trabalho que não conhece pausa responderão ao palavreado dos intérpretes de uma causa perdida, essa causa que pleiteava a continuação de um Brasil retardatário, débil e dependente do estrangeiro. Às lamentações dos nostálgicos da estagnação, responde a indústria automobilística, pondo em circulação carros brasileiros; a indústria naval, que, dentro em pouco meses, lançará ao mar os nossos primeiros navios. Aos que choram um ínvio e incomunicável Brasil, respondem as estradas abertas, que cobriam dez mil quilômetros e hoje cobrem 30.000. A estrada Belém-Brasília já foi apontada como inútil pelos que só conhecem deste país as calçadas das cidades principais. Mas quantos centros de vida estão repontando graças a Belém-Brasília! Apresento-vos, meus patrícios, filha da estrada nova, essa Gurupi que ainda há pouco existia – a 750 quilômetros de selva – e que hoje cresce e produz 10.000 sacas de arroz. Aqui está Imperatriz, uma velha cidadezinha, entravada e triste, onde, há cinquenta anos não se construía uma casa sequer – e hoje se constroem três por dia, graças à Brasília-Belém; aqui está, em plena Açailândia, a recém-vinda, o último dos núcleos brotados na estrada, a 1.500 quilômetros de Brasília; e Cercadinho, com as suas primeiras roças a humanizarem uma paisagem quase agressiva na sua solidão. Eis as gerações da Brasília-Belém, que aqui vos ofereço!”

 

Fonte: Coleção Brasília VI – Diário de Brasília, 1959. Rio de Janeiro – Presidência da República/Serviço de Documentação.

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14 de dezembro de 1957

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Obras em andamento – Falando a jornalistas paulistas em visita a Brasília, o Presidente da Novacap diz que a Companhia, até agora, aplicou, em Brasília, cerca de um bilhão de cruzeiros nas obras de terraplenagem, abertura de avenidas e na construção do Palácio da Alvorada e de um grande hotel. Até 1960, deverão ser aplicados nas obras da futura Capital do país cerca de 6 bilhões de cruzeiros e 10 milhões de dólares.

(Diário de Brasília)

Visitas – Percorrem Brasília, nesta data, 50 engenheiros de Curitiba, numerosos Prefeitos Municipais, vereadores e jornalistas paranaenses e um grupo de dezesseis jornalistas de São Paulo.

(Diário de Brasília)

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16 de dezembro de 1957

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Declaração presidencial – O Presidente Juscelino Kubitschek, na cerimônia de entrega de diplomas a graduados da Escola de Especialistas da Aeronáutica de Guaratinguetá, discursando, afirma que "Brasília, obra fundamental da administração, é autêntica marcha para o Oeste única maneira de fazer progredirem imensas regiões do país inteiramente entregues , no momento, as suas populações desassistidas".

(Diário de Brasília)

 

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12 de dezembro de 1957

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Discurso presidencial – Discursando em Belo Horizonte, no sexagésimo da fundação da Cidade, o Presidente Juscelino Kubitschek assim se refere a Brasília:

"Na vossa ambição de progresso, na vossa lição de pioneirismo, na desmedida audácia daqueles que criavam esta cidade, o Brasil está-se inspirando para edificar Brasília.
Se nós mineiros fizemos, construímos em tempo mínimo Belo Horizonte – por que do esforço, da tenacidade do Brasil inteiro não poderá nascer Brasília?
Ufano-me de que tenha cabido a um homem desta região a oportunidade de concretizar esta velha aspiração pioneira, da mudança da capital para o lugar exato, que significa uma acertada medida de defesa do Brasil, de posse integral do Brasil, de conquista efetiva de uma das zonas mais admiráveis e fecundas de nosso imenso território.
A idéia de Belo Horizonte teve os seus inimigos, os seus detratores, os seus velhos do Restelo a protestar contra a ousadia, que tão temerária lhes parecia. Que é feito deles, que é feito dos argumentos especiosos, das observações maliciosas tendentes a desencorajar a fundação de nossa cidade? (…)
(Diário de Brasília)

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10 de dezembro de 1957

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Central Telegráfica de Sarapuí – Falando com Brasília, por linha telefônica, o Presidente Juscelino Kubitschek inaugura a Central Telegráfica de Sarapuí, do Departamento dos Correios e Telegrafos, no Rio de Janeiro, considerada, em seu gênero, a maior da América do Sul e uma das maiores do mundo, com possibilidades para transmitir um milhão e 66 mil mensagens por dia.

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02 de dezembro de 1957

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Abastecimento – A Novacap decide instalar um Centro de Abastecimento em Brasília, constante de um conjunto monumental em que se concentrará todo o comércio atacadista de gêneros alimentícios e de armazéns, silos e e frigoríficos, bem como de um mercado livre, para atender às donas de casa de Brasília, já que a cidade não terá feiras-livres nem mercadinhos. O plano respectivo disciplinará, também, o comércio varejista de gêneros alimentícios, tendo-se em vista a estabilidade dos preços através da abundância de estoques.
(Diário de Brasília)

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02 de dezembro de 1957

Escrito por Brasília Poética em . Postado em O dia-a-dia da Construção Sem Comentários

Abastecimento – A Novacap decide instalar um Centro de Abastecimento em Brasília, constante de um conjunto monumental em que se concentrará todo o comércio atacadista de gêneros alimentícios e de armazéns, silos e e frigoríficos, bem como de um mercado livre, para atender às donas de casa de Brasília, já que a cidade não terá feiras-livres nem mercadinhos. O plano respectivo disciplinará, também, o comércio varejista de gêneros alimentícios, tendo-se em vista a estabilidade dos preços através da abundância de estoques.
(Diário de Brasília)

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02 de dezembro de 1957

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Abastecimento – A Novacap decide instalar um Centro de Abastecimento em Brasília, constante de um conjunto monumental em que se concentrará todo o comércio atacadista de gêneros alimentícios e de armazéns, silos e e frigoríficos, bem como de um mercado livre, para atender às donas de casa de Brasília, já que a cidade não terá feiras-livres nem mercadinhos. O plano respectivo disciplinará, também, o comércio varejista de gêneros alimentícios, tendo-se em vista a estabilidade dos preços através da abundância de estoques.
(Diário de Brasília)

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02 de dezembro de 1957

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Abastecimento – A Novacap decide instalar um Centro de Abastecimento em Brasília, constante de um conjunto monumental em que se concentrará todo o comércio atacadista de gêneros alimentícios e de armazéns, silos e e frigoríficos, bem como de um mercado livre, para atender às donas de casa de Brasília, já que a cidade não terá feiras-livres nem mercadinhos. O plano respectivo disciplinará, também, o comércio varejista de gêneros alimentícios, tendo-se em vista a estabilidade dos preços através da abundância de estoques.
(Diário de Brasília)

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