Coisa de Cinema

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Coisa de Cinema
 
Brasília, Brasília é um vivo poema
É coisa de
é coisa de cinema.
 
Brasília, Brasília ilha da fantasia
Mas tem, mas tem Poesia.
Brasília, Brasília mãe e filha
construindo pontes
Pontes da Democracia.
 
Tem Água mineral na Asa Norte
Os mirantes de Sobradinho são fortes
Tem Parque da Cidade na Asa Sul
No Plano Piloto o céu é sempre azul
Na Praça do Relógio vencemos o óbvio
Na Praça do DI em Taguatinga enterramos o ódio
No Gama antigo e novo produz o povo
Construiremos 50 anos em 5 de novo!
 
Em Ceilândia Morro do Urubu é passado
A paz e o amor de rostos colados…
Em Planaltina cachoeiras te convidam
A recarregar energias junto dos amigos!
 
Brasília, Brasília é um vivo poema
É coisa de, é coisa de cinema.
 
Sempre tem banda de rock
Sertanejo, forró, DJ e pagode!
Tanto faz, Lago Sul ou Norte
Quem vive na capital tem muita sorte!
 
UnB, Escola de Música, Clube do Choro,
Pontão, autódromo, Teatro Claúdio Santoro
Igrejinha, torre, gayrute e starnight
Não há vontade aqui que não se mate!
Octogonal e Park Way gente bonita
Quem vê Águas Claras bate e fica!
Samba em Samambaia, qualidade de vida
no Bambam e Candangolândia
Não é exagero se chegarmos a Brazlândia…
 
Brasília, Brasília é um vivo poema
É coisa de
é coisa de cinema.
 
Feira do Guará é incrível
Como a Aruc no Cruzeiro inesquecível
Passamos por Catetinho e Santa Maria
Não conhecer Brasília é mesmo uma fria…
 
Mesmo de longe é linda a Granja do Torto
QG no Setor Militar Urbano é um colosso…
Recanto das Emas também é dos poemas
Vila Planalto e Paranoá, nossa beira-mar…
Tem comércio e prainha
Perto de Brasília a cidade-luz é fichinha…
 
Pôr do sol em São Sebastião é estonteante
como na Ponte ou Memorial JK logo adiante…
 
Brasília, Brasília é um vivo poema
É coisa de
é coisa de cinema.
 
Hélvidio Nunes de Barros Neto
, poeta e artista-polemista.
Poema transcrito do livro “Fincapé”, Coletivo de Poetas – Thesaurus Editora

 


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