BRASILIA NASCEU SOB O SIGNO DA POESIA

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“Quando morri, um dia abri os olhos e era Brasília. Eu estava sozinha no mundo. Não chorei nenhuma vez em Brasília. Não tinha lugar – É uma praia sem mar -.”

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Prece Natalícia de Brasília

Agora e aqui é a
Encruzilhada
Tempo-Espaço.
Caminho que vem do
Passado e vai ao futuro

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Cyro e Drummond:
Brasília nas cartas trocadas

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Poesia nas Paradas

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Foto: Orlando Brito
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