Brasília de Mim

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Brasília de Mim

 

A doce terra do leite e mel

Planalto central de mim

Aos olhos de um novo tempo

Um novo passo se faz

 

Das curvas de concreto

Em um esboço e papel

Ergo minhas suplicas ao céu

Brasilia de mim

 

Do sonho que um dia apaguei

O cerrado do tempo os refez

Ao reflexo de um espelho

Que um dia ousei olhar.

 

E do caco que um dia fui

Sincero momento de gozo e prazer

Ao caminho que hoje trilho

Brasília de mim

 

Post Helio Moura Filho, poeta natural de Sorocaba

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