Brasília 5.0

Escrito por Brasília Poética em . Postado em Converse com os Poetas Sem Comentários

Brasília 5.0
 
A Capital da Esperança:
Tornou-se realidade…
De um sonho de Dom Bosco:
À grandiosa cidade…
Por JK construída:
Dia a dia nos invade…
Brasília surgiu a esmo?!:
Seu nome foi registrado…
Ano 1822:
Em artigo publicado…
Na Tipografia Rolandiana:
Por oculto deputado…
Brasília era nome corrente:
Bonifácio persistiu…
Propôs a nova capital:
Preconizou: Anteviu…
O lindo nome de Brasília:
Ele também sugeriu…
2 de outubro de 56:
JK aqui desceu…
Com Lott, Lúcio e Israel:
O Cerrado percorreu…
+ Ernesto, Nélson, Balbino:
O fato assim aconteceu…
JK com entusiasmo:
Veio ao Planalto Central…
Trouxe Régis e Oscar:
Adentrou-se ao matagal…
Onde é o Catetinho:
Raiz da nossa Capital…
Na primeira comitiva:
Veio Bernardo Sayão…
Governador Ludovico:
Deu apoio à construção…
E Altamiro Pacheco:
Teve participação…
Esteve lá no Cruzeiro:
Perto do Memorial…
Deixou a marca da luz:
No centro da Capital…
Café na Fazenda Gama:
À vontade no quintal…
Lucio Costa rabiscou:
Ave-cidade-avião…
Passarinho-borboletra:
Libélula em evolução…
Um vôo extraordinário:
No Planalto da Nação…
A cidade foi sonhada:
Profetas a visionaram…
Poetas a anteviram:
Muitos a preconizaram…
Juscelino a construiu:
‘Anjos’ a eternizaram…
Era um vale vastíssimo:
Torto, Gama, Bananal…
Vicente Pires: Riacho Fundo:
Bela Água Mineral…
Era o Sítio Castanho:
Hoje é nossa Capital…
Havia fazendas de gado:
No meio do Planalto Central…
Um descampado sem-fim:
Cerrado monumental…
Agora é uma Alvorada:
Nave do transcendental…
Nascente de três bacias:
No Altiplano da Nação…
Águas Emendadas:
São veias do coração…
As artérias de Brasília:
Devem ter preservação…
 
Gustavo Dourado

 


Trackback do seu site.

Deixe um comentário


Leia também:

A passagem de Tom Jobim e Vinícius de Moraes pelo Catetinho

O texto de Antônio Carlos Jobim Setembro, sertão no estio. Frio seco. Altitude aproximada: 1.200 metros. Ar transparente, céu azul profundo, primavera e pássaros se namorando. Campos gerais, chapadões dos gerais. Cerrado e estirões de mata à beira dos rios.…

Alvorada de Espelhos

Alvorada de Espelhos Por Clemente Luz O imenso louva-a-deus traçado no papel, antes promessa da presença da cidade, já tem forma e base sólida no chão do planalto. No local mesmo onde a visão do profeta viu “que se formava…

Bernardo Sayão

Da morte emerges, Bernardo Sayão, e com que pureza! Assim te revemos, os que nunca te vimos, e não há em nós nenhuma surpresa. Assim te revemos, sertanejo tranqüilo, no retrato que te faz surgir num descampado, o olhar firme, …