12 de outubro de 1956

Escrito por Brasília Poética em . Postado em O dia-a-dia da Construção Sem Comentários

Surge a idéia de construir uma casa (o Catetinho) para dar de presente a JK, no local onde seria construída a nova capital. Como foi: apartamento número 512, do Hotel Ambassador, no Rio de Janeiro, onde se hospedava César Prates, seresteiro mineiro. O grupo de amigos do presidente JK (João Milton Prates, José Ferreira (Juca) Chaves, Roberto Penna e César Prates) conclui que não ficaria bem o Presidente da República "pousar em barraca". Daí a sugestão de ser construída uma casa de madeira. Do apartamento, o grupo desce para o "Jucas Bar", no hall do hotel, onde Niemeyer e outros amigos (Dilermando Reis, Emydio Rocha e Vivaldo Lyrio) os aguardam. Apresentada e logo aprovada a idéia, Niemeyer pede papel ao garçom Osório Reis e ali mesmo esboça o croqui do que seria a "casa presidencial"; (Trecho extraído do livro "Brasília Kubitschek de Oliveira", de Ronaldo Costa Couto)

 


Trackback do seu site.

Deixe um comentário


Leia também:

A passagem de Tom Jobim e Vinícius de Moraes pelo Catetinho

O texto de Antônio Carlos Jobim Setembro, sertão no estio. Frio seco. Altitude aproximada: 1.200 metros. Ar transparente, céu azul profundo, primavera e pássaros se namorando. Campos gerais, chapadões dos gerais. Cerrado e estirões de mata à beira dos rios.…

Alvorada de Espelhos

Alvorada de Espelhos Por Clemente Luz O imenso louva-a-deus traçado no papel, antes promessa da presença da cidade, já tem forma e base sólida no chão do planalto. No local mesmo onde a visão do profeta viu “que se formava…

Bernardo Sayão

Da morte emerges, Bernardo Sayão, e com que pureza! Assim te revemos, os que nunca te vimos, e não há em nós nenhuma surpresa. Assim te revemos, sertanejo tranqüilo, no retrato que te faz surgir num descampado, o olhar firme, …